
A força do grito
dispensa do eco a presença,
o ferimento monocórdico
e insidioso.
A lágrima
cava mais um sulco no rosto
enrugado,
na profundidade do grito.
A mágoa,
da nascente à foz,
corre na cama pedregosa,
aluvião.
Desgaste a desgaste,
haverá quem não se arraste?
Tudo
é erosão.
1 comentário:
Vim visitar mais um avez o teu cantinho, já cá estive ontem e vou continuar a acompanhar a tua escrita,
beijo ( Malvado)
Luisa Raposo
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